Realmente, a internet mudou tudo. Ontem, enquanto trabalhava, pude assistir ao “showneral” de Michael Jackson. Não me interesso tanto por isso como fã, mas sim como alguém que vive em uma época maluca, em que a informação é muito rápida e nem sempre certeira.
Aos “quase 30”, vivi exatamente o período de transição dos meios analógicos para os digitais. Na minha época de faculdade tive apenas uma disciplina relacionada à internet, “Novas Tecnologias”, onde estudávamos muita teoria sobre o assunto. De resto, muito sobre revista e jornal impresso. Hoje, eu espero que os cursos sejam diferentes. Naquela época ainda não havia orkut, youtube e twitter. O MSN estava começando a substituir o ICQ e blogs não eram muito conhecidos.
Hoje, acho uma maravilha poder assistir a tudo que acontece mesmo sem estar em casa na frente da televisão, além de poder pesquisar vídeos e ter acesso a uma série de informações que antes eram impensáveis.
Há pouco tempo fiz esse blog, mas ainda não consigo me organizar para postar com frequência. Preciso de tempo para escrever, encontrar as melhores palavras e organizar as ideias que, eu garanto, não faltam. Estão todas anotadas no caderninho que fica dentro da bolsa, nos post-its pregados pela parede do quarto, em um arquivo no computador do trabalho e outro no computador de casa. Nada de smartphones para organizá-las esteja onde estiver.
Agora, quando eu decido me dedicar ao blog, faço uma divulgação em massa para uma pequena dezena de amigos, surge o twitter com sua velocidade incrível, seus microposts e disputa por seguidores. Eu fiz um perfil para tentar entender como funciona mas nunca postei nada. E, acreditem se quiser, tenho seguidores.
Socorro!
8.7.09
1.7.09
Por acaso eco
Estou longe de ser uma militante ecológica. Vá lá que nunca fui de jogar papel na rua, sair derrubando árvores por aí, desperdiçar água na hora do banho, entre outras coisinhas. Por outro lado, também nunca fui de ficar perguntando se a roupa que compro é feita com mão de obra escrava, se a alface é produzida com muito agrotóxico, ou se o algodão da camiseta foi plantado em área desmatada. Então, acho que fica elas por elas.
Acontece que ultimamente me peguei tendo pequenas atitudes “eco” que muito me agradaram. Foi meio sem querer, mais por necessidade do que por consciência. Começou com o lixo de todo dia. Como o prédio tem uma lixeira para o orgânico e outra para o reciclável, aos pouquinhos me acostumei a separar plásticos, papéis, vidros etc. Daí que hoje em dia é uma tortura se tiver que jogar o pote de iogurte no lixo comum (às vezes acontece).
Na última semana, fui fazer umas comprinhas de última hora no supermercado perto do trabalho e recusei as sacolas plásticas porque tinha levado de pano que facilitaria a minha vida na hora de carregar as compras até em casa. Daí que agora não quero mais sacolas plásticas no supermercado (só que, não raro, esqueço de levar a minha sacola de pano). Sem contar as pilhas que estão todas guardadas em casa para, algum dia, eu encontrar um lugar onde colocá-las. Será que estou começando a me tornar uma pessoa mais “eco”?
Acontece que ultimamente me peguei tendo pequenas atitudes “eco” que muito me agradaram. Foi meio sem querer, mais por necessidade do que por consciência. Começou com o lixo de todo dia. Como o prédio tem uma lixeira para o orgânico e outra para o reciclável, aos pouquinhos me acostumei a separar plásticos, papéis, vidros etc. Daí que hoje em dia é uma tortura se tiver que jogar o pote de iogurte no lixo comum (às vezes acontece).
Na última semana, fui fazer umas comprinhas de última hora no supermercado perto do trabalho e recusei as sacolas plásticas porque tinha levado de pano que facilitaria a minha vida na hora de carregar as compras até em casa. Daí que agora não quero mais sacolas plásticas no supermercado (só que, não raro, esqueço de levar a minha sacola de pano). Sem contar as pilhas que estão todas guardadas em casa para, algum dia, eu encontrar um lugar onde colocá-las. Será que estou começando a me tornar uma pessoa mais “eco”?
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